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Responsável pelo Site Dr:Eduardo G.H de Moura



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Indicações da Ablação do Epitélio de Barrett
Desde os estudos preliminares de Berenson et al. Sobre a reepitelização com o epitélio escamoso após a ablação do epitélio de Barrett, associada à supressão da secreção gástrica ácida ou tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico, houve interesse muito grande na aplicação clínica do método.


Inicialmente, pensou-se que a remoção de toda mucosa metaplásica poderia reduzir o risco do adenocarcinoma esofágico. Contudo, provar tal benefício tem sido impraticável. Uma vez que uma pequena minoria dos pacientes portadores de esôfago de Barrett falecem de adenocarcinoma esofágico, o fato de expor indiscriminadamente todos os pacientes com esôfago de Barrett aos riscos de qualquer método de ablação passou a ser inaceitável.


O consenso do tratamento endoscópico se aplica na presença de displasia de alto grau ou adenocarcinoma precoce, especialmente nos pacientes de alto risco cirúrgico.