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Responsável pelo Site Dr:Eduardo G.H de Moura |
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Fisiopatologia da DRGE |
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Existe pouca relação entre a percepção do aumento da prevalência e a fisiopatologia do DRGE. Um aumento da freqüência do relaxamento transitório do esfíncter inferior do esôfago (RTEIE) é uma característica bem reconhecida da DRGE, e uma recente demonstração que o RTEIE pode aumentar na presença de hérnia hiatal (HH) pode explicar a associação desta com a DRGE. Fenômenos mais recentemente descritos incluem maior distensibilidade da junção gastroesofágica em pacientes com DRGE, HH e a presença de reservatório no fundo gástrico de suco gástrico com maior acidez do que o conteúdo gástrico normal, os quais podem ser particularmente danosos à mucosa da junção esôfago-gástrica.
Existem muitos inibidores conhecidos do RTEIE, incluindo antagonistas da CCK, inibidores da síntese de óxido nítrico, atropina, morfina, canabinóides, baclofeno, tegaserode, e os novos membros da crescente família de drogas que são ativamente investigadas por sua possível eficácia no tratamento primário ou coadjuvante. No entanto, a atividade clínica dos agentes que promovem contração do EIE e a relativa contribuição da menor pressão do esfíncter na patogênese da DRGE permanecem incertas. |
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